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Equipes da Romaria

          Monsenhor João Benvegnu—Servo de Deus

Personalidade Sacerdotal

 

O Padre dos Padres e Religiosos:

             Muitas vezes disse que vale a pena ser padre, nem que fosse só para celebrar uma única missa em toda a sua vida, porque esta alegria supera todas as alegrias do mundo. “Não trocaria um minuto de minha vida sacerdotal por nada deste mundo”. Quando visitado por um padre, se considerava muito honrado e se desmanchava em atenções. Era amigo sincero dos sacerdotes e religiosos pelos quais rezava diariamente para que fossem bons padres e religiosos para o povo tambem ser bom. As poucas economias que conseguia, as aplicava na formação dos sacerdotes e religiosos.

 

O Padre da Oração: Rezava concentrado em Deus.

             Não perdia tempo para rezar. Rezava ajoelhado na igreja matriz ou caminhando, rezava viajando. Nos retiros e encontros do clero sempre o víamos rezando nos intervalos. Rezava fielmente todos os dias o breviário e o terço. Gosta muitíssimo do exercício da via-sacra.

 

O Padre do estudo e da meditação:

             Estudos muito a vida dos Santos e por isso lhes conhecia a vida. Nas homilias os citava com freqüência e precisão para edificação do povo. Gostava também de ler livros sobre a graça de Deus e por isso se empenhava para que todos vivessem em estado de graça. Lia muitas revistas e divulgava as revistas cristãs.

 

O Padre da Eucaristia:

             Ficava horas e horas diante do Santíssimo em meditação e oração para buscar força divina em sua fraqueza humana. Com muita alegria levava a comunhão aos doentes. Se preparava intensamente para celebrar  a missa e a celebrava com muita concentração e fé.

 

O Padre do povo:

             Amava muito o seu povo, como conseqüência lógica do amor de Deus, principalmente o povo de São Domingos a tal ponto de dizer: “Sem dúvida a melhor paróquia do mundo é São Domingos”. O povo da paróquia e de toda a região o procurava para pedir conselhos e ouvir uma palavra de fé e esperança. Além do povo, amava e admirava a natureza pródiga em dádivas, pois, amando e admirando a natureza contemplava a beleza e amor do Criador. Neste sentido sabia descobrir pequenos e admiráveis detalhes nas pessoas e nas coisas.

 

O Padre das bênçãos:

             A todos que pediam dava as mais variadas bênçãos. Dava-as com fé e por isso era atendido. Dizia que voltassem tranqüilos que ele dava um jeito com Deus. Recomendava que tivessem muita fé, pois a fé é capaz de transportar montanhas e ir além dos nossos horizontes.

O Lema da ordenação sacerdotal de Monsenhor foi: ‘Quem me criou me deu o poder de criar’.

 

O Padre do perdão:

             Considerava o pecado a maior desgraça para o homem. O sacramento da penitência, ele via como um excelente meio de progresso na vida espiritual. Quando visitado por colega sacerdote, aproveitava para confessar-se  com toda a humildade, pois o reconhecer-se pecador nos dispõe ao auxílio e a graça de Deus. Exerceu este apostolado com muito amor e intensidade. Era procurado diariamente para atender confissões. Por ocasião da Páscoa e do Natal, dedicava dias e horas intermináveis ao Sacramento da Penitência. Muitos Padres vinham de longe para se confessar com ele. Recomendava sempre que as pessoas deixassem a vida de pecado, confiassem na misericórdia de Deus e se esforçassem para viver vida nova, pois Deus é misericordioso e sempre dá chance aos pecadores arrependidos. Ficava muito preocupado e triste com as desavenças entre famílias e as blasfêmias e por isso recomendava a caridade e o respeito com o nome de Deus, de Nossa Senhora e dos Santos.

 

 

O Padre austero consigo mesmo e complacente com os outros:

             Era muito sensível aos sofrimentos e desgraças dos outros e era o primeiro a ajudar. A Saúde debilitada lhe exigia muitos sacrifícios e renúncias que suportava por amor ao Senhor. Não procurava penitências além daquelas que a vida lhe concedia. Aceitava e oferecia as dores e sofrimentos de todos os dias. Oferecia os sofrimentos pela conversão dos pecadores e o bem do povo. Neste sentido cumpria rigorosamente os deveres de Padre. Gostava de oferecer estas coisas pelas vocações sacerdotais e religiosas, que amava muito.

 

             Não viveu para si, mas para Deus e para o povo de Deus.

No dia 03/01/2010, 24. ano do falecimento de Monsenhor João, foi entregue um documento ao Sr Bispo da diocese de Passo Fundo solicitando o início do processo de beatificação.

 

Foram entregues:

  Mais de 600 depoimentos

  Biografia

  Cartas enviadas

  Cartas recebidas

  Homenagens recebidas

  Transcrições do livro tombo

  Livro de visitas

  Livro de Graças Alcançadas

 

Veja as fotos da entrega em ‘Processo Canonização’.

27 de Fevereiro de 2010—Entrega dos documentos ao Bispo titular da diocese, Don Ercilio Simon.

A comissão pró-canonização foi recebida pelo Bispo Titular e Pelo Bispo Emérito.

Da esquera para a direita: João Carlos Benvegnu, Pe Dionisio Benvegnu, Bernardo Troian, Pe Avelino Pinzetta, Guido Perin, Rino Perin, Ana Rosa Scartazzini, Maria Neusa Vizioli Meneguzzi, Don Ercilio Simon, Don urbano José AllGayer  e Geraldo Benvegnu.

 

Ña foto pode-se ver à frente das pessoas as pastas com os documentos entregue a Diocese, o qual servirão e base para montar o processo. Como decisão mais importante, foi nomeado o Padre Álvaro Pinzetta como Consultor auxiliar para a causa de Monsenhor  João Benvegnu.

Penúltima notícia  : 31 agosto 2011—Vaticano concede o NIHILL OBSTAT (nada consta) e Monsenhor é nomeado ‘SERVO DE DEUS’.

                               06 Setembro 2011—Nomeado Tribunal  p/ Inquérito diocesano

Última notícia        : 13 Dezembro 2011— Criação do tribunal diocesano

Ajude a Causa de Beatificação: Cta BANCO BRASIL AG 07315 CONTA 26475-X - PARÓQUIA SÃO DOMINGOS